domingo, 12 de dezembro de 2010

O Anjo da História, por José Francisco Botelho

Desajustado, eclético e visionário, o filósofo alemão é (ainda hoje) um dos melhores intérpretes de nossa época


Muitas vezes, quem melhor capta a essência de uma época são aqueles que nela não se ajustam: os náufragos da história, condenados a lutar de forma apaixonada contra o tempo em que nasceram – e, por isso mesmo, capazes de vivê-lo e de interpretá-lo com intensidade única. Nesse sentido, o judeu alemão Walter Benjamin (1892-1940) encarnou como poucos a alma da modernidade – porque nela se sentia desconfortável, desorientado e cheio de angústia. Homem de sensibilidade passadista e aspirações utópicas, foi um espírito do século 19 transportado para o século 20: viu a civilização industrial com olhos de estrangeiro e por isso foi capaz de compreendê-la profeticamente.



Crítico literário, pensador político e filósofo da história, Benjamin foi, antes de tudo, um “homem de letras” (no sentido mais clássico e mais amplo do termo) numa época em que a ditadura dos especialistas já começava a estrangular o mundo ocidental. Profundamente judeu e profundamente alemão, só se sentia realmente em casa passeando pelas ruas de Paris – cidade que descrevia deliciosamente como “a capital do século 19”. Era dono de grande erudição, mas jamais se tornou um erudito profissional: desprezado pelas academias durante a vida, só foi por elas endeusado após a morte. Deixou- se seduzir pelo marxismo, mas jamais se encaixou no padrão do intelectual materialista, guardando até o fim da vida um viés místico herdado da tradição judaica. Todos esses ingredientes fizeram dele um desajustado universal. Não foi um favorito da fortuna, e sabia disso – até o último momento, sua existência foi marcada por uma mistura de má sorte, brilhantismo e trágica autoconsciência. Foi um daqueles que, no dizer do latino Cícero, “só venceram na morte”.



Walter Benjamin


O berlinense Walter Benjamin (1892-1940) debruçou-se com igual brilhantismo sobre a literatura e o cinema, a política e a propaganda. Seus escritos continuam influenciando críticos e pensadores ao redor do mundo.



Inadequação crônica


Walter Benjamin nasceu em Berlim, em uma família de judeus assimilados, nos tempos do Império Alemão. No início da juventude, assistiu o Velho Mundo descer aos infernos nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Das ruínas da belle époque, emergiu uma Europa mecanizada e cheia de traumas. Mais tarde, em um ensaio, descreveria o choque dessas mudanças: “Uma geração que fora à escola em bondes puxados por cavalos se encontrou, subitamente, em uma paisagem onde tudo se alterara e nada permanecia igual ao que fora antes – exceto as nuvens e, debaixo delas, em meio a explosões, o frágil e minúsculo corpo humano”.



Benjamin jamais se adaptou aos novos tempos. Os fados o haviam dotado de dons brilhantes, mas incompatíveis com o mundo que o cercava. Tinha uma mente eclética e fascinada pelas minúcias, numa época em que a especialização e as generalizações ideológicas imperavam. Seu campo de estudo e fascínio era a vida humana: refletia com igual profundidade sobre a literatura alemã, a história dos brinquedos e a Hagadá (livro da Páscoa) judaica. Sua recusa à especialização custou-lhe a carreira acadêmica. Em 1925, tentou ganhar um diploma de livredocência na Universidade de Frankfurt com uma dissertação sobre o barroco alemão. Os caciques do departamento de letras acharam que o trabalho pouco tinha a ver com literatura e o enviaram à faculdade de filosofia. Os filósofos do instituto, por sua vez, consideraram que ali havia literatura demais e o mandaram de volta aos literatos. O século 19 saberia apreciar a figura do cavalheiro diletante, o hoje legendário homem culto, que ponderava ao sabor de sua biblioteca e podia falar sobre quase tudo sem dizer tolices – mas qual personagem seria mais ameaçador no tecnocrático século 20? Impossibilitado de lecionar, por excesso de inteligência, Benjamin passou a ganhar a vida com traduções e esporádicos artigos para jornais e revistas (o que faz dele, hoje, uma espécie de santo padroeiro dos escritores free-lancer).



Outro motivo de desentendimento entre Benjamin e sua época foi um fenômeno moderno que o próprio autor diagnosticou, em ensaios como O Narrador, de 1935: a perda da experiência coletiva. Para Benjamin, as sociedades baseadas no artesanato viviam num tempo lento e orgânico, ritmado pelos trabalhos manuais, um tempo em que as experiências individuais podiam sedimentar- se e transmitir-se gradualmente em tradições compartilhadas, como as formações minerais que se depositam gota a gota. A civilização industrial havia esfacelado esse mundo feito de vagar, memória e contemplação. No século 20, os acontecimentos passaram a se amontoar de forma tão veloz que a mente humana se tornou impermeável à realidade. Desnorteado, desprovido daquele senso de pertença que era tão natural aos artesãos de outrora, o homem industrial estava condenado a ser o fragmento de um quebra-cabeça cuja forma não percebia. “Por isso, parecemos estar perdendo uma faculdade que antes nos parecia segura e inalienável”, escreve Benjamin, “a faculdade de intercambiar experiências”.



Em poucos lugares do mundo, essas mudanças eram tão notáveis quanto na Alemanha dos anos 1930, que vivia uma industrialização galopante, acompanhada pela corrida armamentista e pela ascensão do nazismo. Em 1933, Benjamin trocou Berlim por Paris, que então era o porto seguro dos desajustados e dos boêmios. Lá, viveu alguns dos anos mais felizes de sua vida. Mesmo no agitado coração do século 20, Paris continuava sendo “capital do século 19”. Flanando por seus bulevares em peregrinações diárias, Benjamin conseguia reencontrar o que mais lhe fazia falta no turbilhão moderno: o sabor da lentidão, que é a face amena e modesta da eternidade.



Mas esse idílio acabou em 1939. Em agosto daquele ano, o ditador soviético Joseph Stalin assinou um pacto de não agressão com Hitler – o que lançou boa parte dos intelectuais marxistas da Europa num estado de perplexidade incrédula. Dois me- ses depois, os nazistas invadiam a Polônia, dando início à Segunda Guerra Mundial. E foi sob o choque desses acontecimentos que Benjamin pôs-se a redigir, no início de 1940, um de seus textos mais pungentes: as curtas, melancólicas e eloquentes Teses sobre o Conceito de História, último escrito que completou antes de morrer.



Ruínas ao léu


Benjamin fora introduzido ao marxismo na década de 1920 graças a seus camaradas Theodor Adorno e Bertold Brecht – mas, à época do pacto entre Hitler e Stalin, já havia se desiludido com o comunismo real. E, a bem da verdade, sempre fora um marxista um tanto sui generis. O misticismo judaico acompanhou-o da infância ao túmulo. Sempre foi intelectualmente fascinado pela doutrina judaica do Messias, o futuro enviado de Deus, que virá redimir as confusões da história e encenar o epílogo de nossa tragicômica epopeia na terra. A decepção política e o sonho teológico perpassam suas Teses, escritas em tons de elegia e de parábola, num estilo de intensidade ominosa. Nessa reflexão profunda e urgente feita à beira do abismo, Benjamin lança um ataque certeiro contra o credo máximo daquele mundo que enlouquecia: a fé no progresso inelutável da humanidade.



Pelo menos desde o início da Revolução Industrial, o Ocidente se convencera de que o avanço técnico era sinônimo de avanço moral. A novidade de hoje, por banal que seja em si mesma, é sempre mais valiosa, mais sublime, mais respeitável que a novidade de ontem. No centro dessa concepção, está a ideia de que o presente é necessariamente melhor que o passado – em todos os aspectos. Segundo Benjamin, o culto ao Deus Progresso era uma neurose universal da qual o marxismo também padecia: para os materialistas clássicos, a história da humanidade era um fluxo implacável rumo à utopia e a revolução comunista era o resultado natural – e, portanto, acima de críticas – do desenvolvimento humano.



No lugar do Deus Progresso, Benjamin colocou o demônio da catástrofe. O avanço da técnica, o domínio material sobre a natureza, a capacidade de erigir prédios e detonar bombas – nada disso, argumenta Benjamin, tem um valor intrínseco em si mesmo. O desenvolvimento moderno pode ser uma aceleração rumo ao desastre. O progresso, quando desabrido e arbitrário, é a pior forma de regresso. E Stalin lá estava, ao lado de Hitler, para provar que o “resultado natural” da história podia ser o oposto da utopia. Essas sombrias intuições estão expressas com soberba imaginação poética em um dos parágrafos mais belos na história do pensamento. É a Nona Tese de Benjamin, escrita sob a inspiração do Angelus Novus, uma aquarela do suíço Paul Klee.



Na pintura, uma desajeitada figura angélica parece voar em marcha à ré, com os olhos fixos no caminho que vai deixando para trás. Trancado em seu quarto enquanto o exército alemão se aproximava, Benjamin observou longamente a aquarela de Klee e por fim escreveu: “O anjo da história deve ter esse aspecto. Seu rosto está dirigido para o passado. Onde nós vemos uma cadeia de acontecimentos, ele vê uma catástrofe única, que acumula incansavelmente ruína sobre ruína e as dispersa a nossos pés. O anjo gostaria de deter-se para acordar os mortos e juntar os fragmentos. Mas uma tempestade sopra do paraíso e prende-se a suas asas com tanta força que ele não pode mais fechá-las. Essa tempestade o impele irresistivelmente para o futuro, ao qual ele vira as costas, enquanto o amontoado de ruínas cresce até o céu. Essa tempesta-


de é o que chamamos de progresso”. O involuntário Anjo da História é uma dessas raras imagens que transcendem interpretações e dispensam comentários. Sabemos simplesmente que ele segue voando e que as ruínas ainda se acumulam ao léu.



Walter Benjamin foi, antes de tudo, um “homem de letras” (no sentido mais clássico e mais amplo do termo) numa época em que a ditadura dos especialistas já começava a estrangular o mundo ocidental



Naufrágio anunciado


Benjamin fugiu de Paris em junho de 1940, um dia antes que o exército alemão entrasse na capital – e a partir de então teve de perambular de cidade em cidade, carregando uma valise cheia de manuscritos inéditos, com a Gestapo em seu encalço. Em agosto daquele ano, conseguiu escapar para a Espanha. Seu plano era chegar a Portugal e dali emigrar para os Estados Unidos. Benjamin já estava na cidade fronteiriça de Portbou, na Catalunha, quando recebeu a notícia fatídica: o governo de Franco cancelara os vistos de todos os refugiados vindos da França. Alquebrado e exausto, após meses de pânico e fuga, Walter Benjamin tomou uma overdose de morfina em seu quarto de hotel, em 25 de setembro de 1940. Sua valise perdeu-se e até hoje não sabemos que manuscritos continha. As folhas rabiscadas com as Teses sobreviveram num dos raríssimos lances de sorte na vida de seu desafortunado autor: antes de fugir de Paris, ele entregara uma cópia a sua amiga, a filósofa Hannah Arendt, que, meses depois, conseguiu escapar para os Estados Unidos.



Se a execução de Sócrates foi o mito fundador da filosofia ocidental, o suicídio de Benjamin simbolizou de forma exemplar o naufrágio da modernidade. Um naufrágio anunciado: considerados em perspectiva, seus escritos têm uma sombria aparência de vaticínio. A disciplinada selvageria do Holocausto, com sua industrialização da morte em escala de milhões, seria impensável sem o avanço técnico e a mecanização das sociedades industriais. Mas o pensamento de Benjamin não é um simples aviltamento do presente ao sabor de idealizações do passado. Pelo contrário: em sua concepção da história, a catástrofe é permanente; cada nova era estraçalha algo de precioso que o período anterior conseguiu, por algum tempo, preservar. A redenção humana só virá quando o doloroso contínuo da história se interromper.



Como a revolução comunista falhou, só restava a Benjamin esperar que o prometido Messias judaico viesse um dia restaurar os escombros do Anjo desalentado. Em uma carta escrita a Hannah Arendt, em 1935, ele resumiu suas considerações sobre o futuro do ser humano – um pêndulo que oscila entre a redenção imaginada e o apocalipse provável. “Nesse planeta, um grande número de civilizações pereceu em sangue e horror. Naturalmente, é de se desejar que o planeta algum dia experimente uma civilização que renuncie a tudo isso... Mas é terrivelmente improvável que nós consigamos dar esse presente ao nosso mundo. E, se não o fizermos, o mundo finalmente punirá a nós, presenteando- nos com o Juízo Final.”



Livros


Obras Escolhidas I, Walter Benjamin, Brasiliense A Filosofia de Walter Benjamin, Benjamin/Osborne, Zahar

 

Fonte: Revista Vida Simples 


texto: José Francisco Botelho | ilustração Estúdio Area | design FMAISG

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Olho Grego, por Renato Janine Ribeiro*

O pior regime, depois de todos os outros...




Nosso período eleitoral terminou: entre mortos e feridos, numa campanha que tinha tudo para ser uma discussão exemplar de ideias e projetos, mas que se degradou num festival de acusações, sobrevivemos. Sobreviveu a democracia brasileira.
Churchill tem uma expressão famosa sobre a democracia, que cito na íntegra: "Muitas formas de governo foram experimentadas e ainda o serão neste pecador e desafortunado mundo. Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou saiba tudo. Na verdade, já se disse que a democracia é a pior forma de governo, isso depois de todas as outras que foram testadas ao longo dos tempos". Ele a proferiu na Câmara dos Comuns, em 11 de novembro de 1947, dois anos depois de vencer a Segunda Guerra Mundial. Traduzindo a frase sobre a democracia, tentei preservar um pouco a sua ironia. Vamos lá.
Muitos já mencionaram essa frase como se ela significasse que a democracia é a melhor forma de governo possível. Mas não é isso! Porque Churchill começa dizendo que ela não é uma forma de bom governo. Churchill não apenas nega à democracia a qualidade de ser um bom governo, como nega a própria possibilidade de existir um bom governo. Ora, o que isso significa?

O buon governo. Num painel em Siena, pintado entre 1337 e 1340, estão expostos o bom e o mau governo e seus respectivos resultados. Se o rei é bom e justo, tudo em seu reino floresce. Se ele é mau e tirânico, tudo fenece. Nesse afresco de Ambrogio Lorenzetti (que usamos em parte para ilustrar esse artigo), estudado com primor por E. H. Kantorowicz em seu Os dois corpos do rei, se mostra com a maior clareza como o buon governo do rei é a chave para a sociedade viver bem.
Não é exagero dizer que Churchill, em sua célebre frase, está afirmando que esse ideal medieval, fortemente embebido da religião cristã (mas poderia ser de qualquer religião), é impossível. Não há como realizá-lo, na prática, ainda mais quando a sociedade se torna complexa e deixa de ser a caixa de ressonância de uma única fé, um único poder, uma única hierarquia.

O governo dos bons. Existe, porém, uma ideia adicional de governo bom, que não é a da boa monarquia, mas a do poder exercido pelos melhores. A palavra grega aristoi significa, como a latina optimata, "os que são melhores", "os superiores em qualidade". Portanto, a aristocracia seria o poder dos ótimos. Então, por que não ser governado pelos mais virtuosos e mais capazes? Por que não eleger os honestos e competentes?
Se o leitor reconhecer aqui temas que aparecem em todas as campanhas políticas brasileiras, terá razão. Hoje, temos três grandes famílias de valores políticos: o liberalismo, o socialismo (ou a preocupação social) e, ainda despontando, o crescimento sustentável. Mas muito pouco se discutiu sobre eles na recente campanha eleitoral. O que vimos foram acusações - que, não por acaso, eram de corrupção ou de incompetência. Ou seja: o que a maior parte dos candidatos e de seus marqueteiros valorizou foram, justamente, os temas do governo dos aristoi, da aristocracia.
Mas o problema, com a aristocracia, é que ela acaba beneficiando seus próprios membros. Quando se torna hereditária, aliás, depressa desaparecem a excelência moral e a competência que ela podia expressar originalmente, para se tornar mera transmissão de privilégios, de pai para filho.

Transparência. O que é, então, a democracia? Qual a sua vantagem? A vantagem é a transparência. Vários já disseram que o melhor detergente para a corrupção é tornar transparentes os atos do governo. Quando vieram a público os gastos indevidos com cartões corporativos, vários detentores de cargos tiveram de se demitir. Mas, essencialmente, a democracia é o poder do povo. O povo somos todos nós, virtuosos ou não, competentes ou não. Parodiando o título do romance de Robert Musil, na democracia cada eleitor é um "homem sem qualidades" - negativas ou positivas. Eu não preciso passar por nenhuma prova para votar. Posso, claro, ser privado do voto se cometer crimes, como sucede em muitos países - mas, para adquirir o direito de votar, nada se exige, além da nacionalidade e da idade.
Todos somos iguais, portanto, na urna. Isso não é fácil de aceitar. Muitos se indignam de ver que seu sufrágio vale o mesmo que o de uma pessoa simples. Pois é... Não é porque sou professor, fiz teses ou sou rico, poderoso, que meu voto deve valer mais que o do pobre ou inculto. Na verdade, quando voto, defendo meus interesses - assim como ele. Por muito tempo, a classe média brasileira vibrava com viadutos e avenidas expressas, que foram um desastre para as cidades, mas davam vazão mais rápida a seus carros. Essa classe, embora mais abonada e estudada que a dos pobres, foi mais esclarecida?
Obviamente que não. Mas de todo modo, se era legítimo ela votar nas suas convicções ou interesses, mesmo que de curto prazo, também é lícito os pobres votarem em suas preferências ou vantagens.

Igualdade. Essa é a dificuldade da democracia. Temos de aceitar uma igualdade que, no fundo, muitos de nós repudiamos.
Temos de aceitar que não há um governo ideal, a cargo dos melhores - e que sempre que isso se tenta, resulta em coisa pior. Acredito piamente que (quase) todos os ditadores do século XX estavam convictos de que governariam melhor do que as democracias. Poriam fim à corrupção, desenvolveriam seus países, etc.
Mas não houve ditadura que, ao acabar, tivesse deixado um legado melhor que o democrático. Em suma: ruim com a democracia, muito pior sem ela.

* Renato Janine Ribeiro é 
professor titular de Ética e Filosofia Política 
na Universidade de São Paulo (USP) www.renatojanine.pro.br


 Fonte: Revista Filosofia

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Gabaritos das Provas OFA - SEE - SP - Atribuição 2011 ( 05/12/2010)

Gabaritos do Processo Seletivo Simplificado da Prova OFA - SEE - SP - Atribuição 2011

                                                                                            
DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS 
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA DOCENTES

O Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação, nos termos do Decreto n.º 54.628, de 13 de agosto de 2008, da Resolução SE - 68 de 01 de outubro de 2009 e da Resolução SE 91 de 08 de dezembro de 2009, torna público o GABARITO OFICIAL DA PROVA, realizada no dia 05/12/2010.
Os candidatos poderão recorrer das questões e do gabarito da prova no prazo de 2(dois) dias, contados a partir desta publicação. O recurso deverá ser remetido para o endereço eletrônico da Fundação Carlos Chagas www.concursosfcc.com.br

CLASSE CICLO I ENSINO FUNDAMENTAL – TIPO 1
001 - A   011 - D   021 - C   031 - A   041 - B   051 - B
002 - C   012 - A   022 - E   032 - C   042 - E   052 - E
003 - D   013 - E   023 - B   033 - D   043 - A   053 - C
004 - B   014 - A   024 - D   034 - B   044 - B   054 - D
005 - B   015 - C   025 - A   035 - E   045 - D   055 - B
006 - D   016 - A   026 - C   036 - D   046 - D   056 - E
007 - C   017 - E   027 - E   037 - A   047 - E   057 - E
008 - E   018 - D   028 - A   038 - C   048 - C   058 - A
009 - C   019 - A   029 - D   039 - D   049 - A   059 - C
010 - A   020 - A   030 - B   040 - C   050 - B   060 - C
 
EDUCAÇÃO ESPECIAL AUDITIVOS – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - C   057 - C   071 - D
002 - C   016 - A   030 - A   044 - D   058 - A   072 - E
003 - B   017 - D   031 - B   045 - E   059 - D   073 - A
004 - D   018 - B   032 - A   046 - A   060 - C   074 - E
005 - C   019 - C   033 - E   047 - B   061 - C   075 - A
006 - A   020 - A   034 - B   048 - E   062 - D   076 - C
007 - E   021 - A   035 - C   049 - C   063 - A   077 - B
008 - C   022 - D   036 - B   050 - D   064 - B   078 - D
009 - B   023 - E   037 - E   051 - E   065 - C   079 - B
010 - E   024 - D   038 - D   052 - A   066 - A   080 - D
011 - D   025 - C   039 - E   053 - B   067 - E
012 - E   026 - B   040 - C   054 - E   068 - C
013 - A   027 - D   041 - E   055 - D   069 - A
014 - B   028 - A   042 - B   056 - B   070 - B

EDUCAÇÃO ESPECIAL FÍSICOS – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - B   057 - C   071 - C
002 - C   016 - A   030 - A   044 - B   058 - B   072 - B
003 - B   017 - D   031 - B   045 - A   059 - E   073 - C
004 - D   018 - B   032 - A   046 - A   060 - D   074 - D
005 - C   019 - C   033 - E   047 - C   061 - A   075 - E
006 - A   020 - A   034 - B   048 - B   062 - C   076 - A
007 - E   021 - A   035 - C   049 - D   063 - C   077 - A
008 - C   022 - D   036 - B   050 - C   064 - B   078 - D
009 - B   023 - E   037 - E   051 - E   065 - A   079 - B
010 - E   024 - D   038 - D   052 - A   066 - E   080 - E
011 - D   025 - C   039 - E   053 - B   067 - A
012 - E   026 - B   040 - C   054 - D   068 - C
013 - A   027 - D   041 - D   055 - D   069 - E
014 - B   028 - A   042 - E   056 - E   070 - D

EDUCAÇÃO ESPECIAL MENTAIS – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - C   057 - B   071 - C
002 - C   016 - A   030 - A   044 - A   058 - D   072 - B
003 - B   017 - D   031 - B   045 - D   059 - A   073 - C
004 - D   018 - B   032 - A   046 - E   060 - C   074 - A
005 - C   019 - C   033 - E   047 - B   061 - D   075 - D
006 - A   020 - A   034 - B   048 - E   062 - C   076 - C
007 - E   021 - A   035 - C   049 - D   063 - E   077 - E
008 - C   022 - D   036 - B   050 - C   064 - C   078 - B
009 - B   023 - E   037 - E   051 - B   065 - A   079 - D
010 - E   024 - D   038 - D   052 - B   066 - B   080 - A
011 - D   025 - C   039 - E   053 - E   067 - E
012 - E   026 - B   040 - C   054 - A   068 - A
013 - A   027 - D   041 - E   055 - A   069 - E
014 - B   028 - A   042 - D   056 - B   070 - D

EDUCAÇÃO ESPECIAL VISUAIS – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - A   057 - B   071 - C
002 - C   016 - A   030 - A   044 - C   058 - E   072 - C
003 - B   017 - D   031 - B   045 - E   059 - B   073 - D
004 - D   018 - B   032 - A   046 - B   060 - C   074 - E
005 - C   019 - C   033 - E   047 - E   061 - B   075 - B
006 - A   020 - A   034 - B   048 - B   062 - A   076 - A
007 - E   021 - A   035 - C   049 - A   063 - D   077 - E
008 - C   022 - D   036 - B   050 - D   064 - E   078 - D
009 - B   023 - E   037 - E   051 - B   065 - B   079 - B
010 - E   024 - D   038 - D   052 - C   066 - A   080 - A
011 - D   025 - C   039 - E   053 - C   067 - C
012 - E   026 - B   040 - C   054 - B   068 - D
013 - A   027 - D   041 - D   055 - C   069 - A
014 - B   028 - A   042 - B   056 - A   070 - D

LÍNGUA PORTUGUESA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - E   043 - A   057 - B   071 - C
002 - C   016 - A   030 - D   044 - E   058 - C   072 - A
003 - B   017 - D   031 - A   045 - E   059 - D   073 - B
004 - D   018 - B   032 - B   046 - A   060 - E   074 - D
005 - C   019 - C   033 - B   047 - C   061 - B   075 - E
006 - A   020 - A   034 - C   048 - D   062 - D   076 - D
007 - E   021 - C   035 - A   049 - B   063 - E   077 - A
008 - C   022 - A   036 - E   050 - B   064 - C   078 - B
009 - B   023 - D   037 - D   051 - C   065 - A   079 - C
010 - E   024 - E   038 - E   052 - A   066 - B   080 - E
011 - D   025 - C   039 - B   053 - D   067 - A
012 - E   026 - D   040 - A   054 - C   068 - C
013 - A   027 - B   041 - D   055 - E   069 - E
014 - B   028 - C   042 - B   056 - A   070 - D

LÍNGUA ESTRANGEIRA ESPANHOL – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - B   057 - D   071 - B
002 - C   016 - A   030 - E   044 - C   058 - A   072 - C
003 - B   017 - D   031 - A   045 - E   059 - C   073 - E
004 - D   018 - B   032 - B   046 - A   060 - D   074 - C
005 - C   019 - C   033 - A   047 - B   061 - B   075 - E
006 - A   020 - A   034 - D   048 - E   062 - E   076 - D
007 - E   021 - B   035 - C   049 - A   063 - A   077 - E
008 - C   022 - C   036 - D   050 - D   064 - E   078 - D
009 - B   023 - A   037 - E   051 - C   065 - C   079 - A
010 - E   024 - E   038 - C   052 - E   066 - B   080 - C
011 - D   025 - D   039 - A   053 - B   067 - D
012 - E   026 - A   040 - B   054 - B   068 - A
013 - A   027 - D   041 - A   055 - A   069 - D
014 - B   028 - C   042 - D   056 - B   070 - B 

LÍNGUA ESTRANGEIRA FRANCÊS – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - E   043 - E   057 - B   071 - C
002 - C   016 - A   030 - A   044 - D   058 - A   072 - A
003 - B   017 - D   031 - E   045 - B   059 - E   073 - B
004 - D   018 - B   032 - A   046 - B   060 - D   074 - C
005 - C   019 - C   033 - E   047 - C   061 - B   075 - D
006 - A   020 - A   034 - D   048 - E   062 - A   076 - A
007 - E   021 - E   035 - B   049 - C   063 - D   077 - B
008 - C   022 - D   036 - C   050 - B   064 - E   078 - C
009 - B   023 - E   037 - B   051 - E   065 - B   079 - D
010 - E   024 - D   038 - A   052 - A   066 - D   080 - A
011 - D   025 - A   039 - B   053 - C   067 - C
012 - E   026 - C   040 - E   054 - E   068 - D
013 - A   027 - A   041 - A   055 - C   069 - C
014 - B   028 - C   042 - D   056 - D   070 - B

LÍNGUA ESTRANGEIRA INGLÊS – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - E   043 - B   057 - B   071 - E
002 - C   016 - A   030 - C   044 - A   058 - A   072 - D
003 - B   017 - D   031 - E   045 - D   059 - C   073 - C
004 - D   018 - B   032 - C   046 - A   060 - E   074 - C
005 - C   019 - C   033 - D   047 - E   061 - A   075 - B
006 - A   020 - A   034 - B   048 - B   062 - D   076 - A
007 - E   021 - A   035 - C   049 - A   063 - A   077 - C
008 - C   022 - B   036 - C   050 - C   064 - E   078 - A
009 - B   023 - A   037 - B   051 - D   065 - C   079 - D
010 - E   024 - C   038 - E   052 - E   066 - E   080 - C
011 - D   025 - D   039 - B   053 - A   067 - D
012 - E   026 - E   040 - D   054 - B   068 - B
013 - A   027 - A   041 - B   055 - D   069 - E
014 - B   028 - B   042 - D   056 - E   070 - D

LÍNGUA ESTRANGEIRA ALEMÃO – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - B   043 - B   057 - E   071 - A
002 - C   016 - A   030 - D   044 - E   058 - C   072 - C
003 - B   017 - D   031 - C   045 - D   059 - B   073 - D
004 - D   018 - B   032 - C   046 - C   060 - E   074 - A
005 - C   019 - C   033 - A   047 - D   061 - A   075 - E
006 - A   020 - A   034 - B   048 - A   062 - E   076 - C
007 - E   021 - D   035 - E   049 - B   063 - B   077 - E
008 - C   022 - E   036 - C   050 - A   064 - A   078 - A
009 - B   023 - C   037 - B   051 - E   065 - A   079 - B
010 - E   024 - C   038 - A   052 - D   066 - C   080 - C
011 - D   025 - E   039 - E   053 - C   067 - B
012 - E   026 - A   040 - C   054 - B   068 - D
013 - A   027 - E   041 - D   055 - D   069 - D
014 - B   028 - C   042 - A   056 - B   070 - B


ARTE – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - E   043 - E   057 - E   071 - E
002 - C   016 - A   030 - D   044 - D   058 - D   072 - C
003 - B   017 - D   031 - A   045 - A   059 - C   073 - B
004 - D   018 - B   032 - D   046 - B   060 - B   074 - D
005 - C   019 - C   033 - A   047 - C   061 - E   075 - A
006 - A   020 - A   034 - E   048 - E   062 - C   076 - A
007 - E   021 - C   035 - C   049 - C   063 - B   077 - E
008 - C   022 - A   036 - B   050 - B   064 - A   078 - B
009 - B   023 - E   037 - E   051 - D   065 - C   079 - C
010 - E   024 - C   038 - A   052 - E   066 - E   080 - D
011 - D   025 - D   039 - D   053 - D   067 - D
012 - E   026 - B   040 - C   054 - A   068 - B
013 - A   027 - A   041 - A   055 - C   069 - A
014 - B   028 - B   042 - B   056 - B   070 - D

EDUCAÇÃO FÍSICA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - D   057 - C   071 - D
002 - C   016 - A   030 - E   044 - D   058 - B   072 - A
003 - B   017 - D   031 - B   045 - C   059 - E   073 - E
004 - D   018 - B   032 - D   046 - A   060 - A   074 - C
005 - C   019 - C   033 - E   047 - D   061 - A   075 - B
006 - A   020 - A   034 - D   048 - C   062 - B   076 - A
007 - E   021 - A   035 - B   049 - B   063 - E   077 - C
008 - C   022 - E   036 - C   050 - E   064 - C   078 - E
009 - B   023 - C   037 - E   051 - C   065 - D   079 - B
010 - E   024 - A   038 - A   052 - D   066 - E   080 - D
011 - D   025 - B   039 - B   053 - A   067 - A
012 - E   026 - D   040 - B   054 - E   068 - D
013 - A   027 - C   041 - E   055 - B   069 - C
014 - B   028 - A   042 - A   056 - D   070 - B

GEOGRAFIA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - A   043 - C   057 - D   071 - B
002 - C   016 - A   030 - C   044 - A   058 - A   072 - C
003 - B   017 - D   031 - A   045 - D   059 - C   073 - B
004 - D   018 - B   032 - E   046 - B   060 - D   074 - A
005 - C   019 - C   033 - D   047 - D   061 - E   075 - E
006 - A   020 - A   034 - A   048 - A   062 - A   076 - C
007 - E   021 - C   035 - C   049 - B   063 - C   077 - C
008 - C   022 - A   036 - C   050 - C   064 - D   078 - A
009 - B   023 - C   037 - D   051 - A   065 - E   079 - E
010 - E   024 - E   038 - E   052 - A   066 - B   080 - E
011 - D   025 - C   039 - A   053 - D   067 - C
012 - E   026 - B   040 - D   054 - B   068 - D
013 - A   027 - E   041 - B   055 - A   069 - E
014 - B   028 - D   042 - E   056 - B   070 - B


HISTÓRIA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - B   043 - D   057 - A   071 - A
002 - C   016 - A   030 - E   044 - D   058 - D   072 - E
003 - B   017 - D   031 - D   045 - B   059 - B   073 - C
004 - D   018 - B   032 - A   046 - C   060 - A   074 - D
005 - C   019 - C   033 - B   047 - A   061 - E   075 - B
006 - A   020 - A   034 - C   048 - C   062 - C   076 - A
007 - E   021 - D   035 - A   049 - E   063 - B   077 - B
008 - C   022 - E   036 - C   050 - B   064 - E   078 - E
009 - B   023 - B   037 - D   051 - C   065 - D   079 - D
010 - E   024 - A   038 - C   052 - A   066 - B   080 - C
011 - D   025 - B   039 - E   053 - C   067 - E
012 - E   026 - C   040 - D   054 - D   068 - D
013 - A   027 - E   041 - A   055 - B   069 - A
014 - B   028 - A   042 - C   056 - E   070 - E

SOCIOLOGIA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - B   043 - C   057 - B   071 - E
002 - C   016 - A   030 - C   044 - D   058 - C   072 - C
003 - B   017 - D   031 - A   045 - B   059 - D   073 - E
004 - D   018 - B   032 - E   046 - E   060 - E   074 - B
005 - C   019 - C   033 - B   047 - D   061 - B   075 - C
006 - A   020 - A   034 - D   048 - A   062 - E   076 - B
007 - E   021 - C   035 - D   049 - A   063 - A   077 - E
008 - C   022 - D   036 - C   050 - C   064 - E   078 - D
009 - B   023 - B   037 - A   051 - B   065 - C   079 - A
010 - E   024 - C   038 - C   052 - A   066 - D   080 - D
011 - D   025 - A   039 - A   053 - E   067 - A
012 - E   026 - A   040 - E   054 - E   068 - D
013 - A   027 - D   041 - E   055 - A   069 - C
014 - B   028 - D   042 - B   056 - A   070 - B

BIOLOGIA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - E   057 - E   071 - C
002 - C   016 - A   030 - E   044 - D   058 - B   072 - A
003 - B   017 - D   031 - D   045 - B   059 - E   073 - B
004 - D   018 - B   032 - B   046 - E   060 - A   074 - E
005 - C   019 - C   033 - D   047 - C   061 - C   075 - B
006 - A   020 - A   034 - A   048 - D   062 - D   076 - E
007 - E   021 - D   035 - C   049 - A   063 - C   077 - B
008 - C   022 - B   036 - B   050 - C   064 - A   078 - C
009 - B   023 - A   037 - D   051 - B   065 - D   079 - C
010 - E   024 - D   038 - E   052 - D   066 - C   080 - A
011 - D   025 - E   039 - C   053 - D   067 - D
012 - E   026 - A   040 - E   054 - A   068 - B
013 - A   027 - B   041 - A   055 - C   069 - E
014 - B   028 - E   042 - A   056 - B   070 - A


CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - E   043 - D   057 - D   071 - D
002 - C   016 - A   030 - A   044 - B   058 - C   072 - B
003 - B   017 - D   031 - B   045 - E   059 - A   073 - C
004 - D   018 - B   032 - A   046 - D   060 - E   074 - C
005 - C   019 - C   033 - E   047 - E   061 - E   075 - E
006 - A   020 - A   034 - B   048 - B   062 - B   076 - D
007 - E   021 - C   035 - D   049 - D   063 - D   077 - B
008 - C   022 - E   036 - A   050 - A   064 - B   078 - E
009 - B   023 - A   037 - C   051 - B   065 - A   079 - C
010 - E   024 - C   038 - A   052 - C   066 - E   080 - A
011 - D   025 - C   039 - B   053 - B   067 - B
012 - E   026 - D   040 - D   054 - E   068 - A
013 - A   027 - E   041 - A   055 - E   069 - D
014 - B   028 - D   042 - C   056 - A   070 - C

FÍSICA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - D   057 - D   071 - C
002 - C   016 - A   030 - A   044 - E   058 - C   072 - C
003 - B   017 - D   031 - E   045 - A   059 - E   073 - D
004 - D   018 - B   032 - D   046 - B   060 - B   074 - C
005 - C   019 - C   033 - E   047 - C   061 - E   075 - A
006 - A   020 - A   034 - D   048 - A   062 - B   076 - C
007 - E   021 - D   035 - B   049 - D   063 - B   077 - B
008 - C   022 - B   036 - E   050 - B   064 - A   078 - A
009 - B   023 - D   037 - E   051 - C   065 - D   079 - E
010 - E   024 - A   038 - A   052 - D   066 - E   080 - C
011 - D   025 - D   039 - B   053 - B   067 - A
012 - E   026 - C   040 - C   054 - A   068 - A
013 - A   027 - D   041 - C   055 - B   069 - E
014 - B   028 - E   042 - B   056 - E   070 - A

MATEMÁTICA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - B   043 - D   057 - D   071 - C
002 - C   016 - A   030 - A   044 - A   058 - D   072 - A
003 - B   017 - D   031 - E   045 - D   059 - C   073 - E
004 - D   018 - B   032 - A   046 - B   060 - B   074 - D
005 - C   019 - C   033 - D   047 - C   061 - B   075 - A
006 - A   020 - A   034 - C   048 - E   062 - D   076 - B
007 - E   021 - C   035 - E   049 - C   063 - C   077 - D
008 - C   022 - C   036 - A   050 - A   064 - E   078 - A
009 - B   023 - D   037 - C   051 - E   065 - B   079 - E
010 - E   024 - E   038 - D   052 - A   066 - C   080 - B
011 - D   025 - B   039 - E   053 - C   067 - B
012 - E   026 - E   040 - A   054 - B   068 - D
013 - A   027 - C   041 - E   055 - A   069 - A
014 - B   028 - B   042 - D   056 - E   070 - B


QUÍMICA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - E   043 - D   057 - E   071 - A
002 - C   016 - A   030 - A   044 - C   058 - A   072 - E
003 - B   017 - D   031 - E   045 - E   059 - D   073 - B
004 - D   018 - B   032 - D   046 - D   060 - C   074 - A
005 - C   019 - C   033 - B   047 - D   061 - B   075 - B
006 - A   020 - A   034 - E   048 - B   062 - A   076 - D
007 - E   021 - D   035 - C   049 - E   063 - B   077 - B
008 - C   022 - C   036 - B   050 - A   064 - D   078 - C
009 - B   023 - A   037 - D   051 - C   065 - A   079 - E
010 - E   024 - E   038 - E   052 - A   066 - D   080 - D
011 - D   025 - B   039 - C   053 - B   067 - C
012 - E   026 - C   040 - E   054 - C   068 - B
013 - A   027 - C   041 - D   055 - B   069 - E
014 - B   028 - A   042 - B   056 - C   070 - A

PSICOLOGIA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - D   057 - E   071 - A
002 - C   016 - A   030 - E   044 - C   058 - C   072 - E
003 - B   017 - D   031 - A   045 - E   059 - D   073 - C
004 - D   018 - B   032 - D   046 - B   060 - E   074 - E
005 - C   019 - C   033 - B   047 - D   061 - C   075 - B
006 - A   020 - A   034 - B   048 - A   062 - C   076 - D
007 - E   021 - E   035 - D   049 - B   063 - D   077 - A
008 - C   022 - B   036 - E   050 - E   064 - A   078 - D
009 - B   023 - A   037 - D   051 - C   065 - C   079 - A
010 - E   024 - B   038 - B   052 - A   066 - B   080 - B
011 - D   025 - A   039 - A   053 - B   067 - B
012 - E   026 - C   040 - B   054 - E   068 - E
013 - A   027 - E   041 - C   055 - C   069 - D
014 - B   028 - D   042 - A   056 - B   070 - E

FILOSOFIA – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - C   043 - B   057 - A   071 - B
002 - C   016 - A   030 - E   044 - D   058 - E   072 - C
003 - B   017 - D   031 - B   045 - A   059 - B   073 - D
004 - D   018 - B   032 - C   046 - E   060 - D   074 - D
005 - C   019 - C   033 - A   047 - D   061 - D   075 - A
006 - A   020 - A   034 - D   048 - C   062 - E   076 - B
007 - E   021 - D   035 - B   049 - A   063 - B   077 - C
008 - C   022 - C   036 - E   050 - B   064 - B   078 - C
009 - B   023 - E   037 - A   051 - E   065 - C   079 - A
010 - E   024 - B   038 - C   052 - D   066 - E   080 - B
011 - D   025 - C   039 - A   053 - A   067 - E
012 - E   026 - A   040 - E   054 - E   068 - C
013 - A   027 - D   041 - B   055 - C   069 - A
014 - B   028 - E   042 - D   056 - D   070 - D


LÍNGUA ESTRANGEIRA JAPONÊS – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - E   043 - A   057 - A   071 - E
002 - C   016 - A   030 - D   044 - C   058 - A   072 - C
003 - B   017 - D   031 - A   045 - B   059 - B   073 - E
004 - D   018 - B   032 - C   046 - D   060 - A   074 - A
005 - C   019 - C   033 - B   047 - C   061 - C   075 - A
006 - A   020 - A   034 - D   048 - E   062 - E   076 - B
007 - E   021 - B   035 - C   049 - C   063 - C   077 - C
008 - C   022 - D   036 - D   050 - B   064 - A   078 - D
009 - B   023 - C   037 - B   051 - D   065 - E   079 - A
010 - E   024 - B   038 - E   052 - A   066 - B   080 - D
011 - D   025 - D   039 - E   053 - B   067 - D
012 - E   026 - C   040 - B   054 - E   068 - C
013 - A   027 - A   041 - D   055 - D   069 - A
014 - B   028 - E   042 - E   056 - E   070 - B

LÍNGUA ESTRANGEIRA ITALIANO – TIPO 1
001 - D   015 - E   029 - A   043 - A   057 - C   071 - C
002 - C   016 - A   030 - C   044 - D   058 - E   072 - A
003 - B   017 - D   031 - E   045 - E   059 - A   073 - D
004 - D   018 - B   032 - B   046 - B   060 - C   074 - C
005 - C   019 - C   033 - A   047 - D   061 - E   075 - D
006 - A   020 - A   034 - A   048 - E   062 - D   076 - E
007 - E   021 - C   035 - E   049 - A   063 - B   077 - B
008 - C   022 - E   036 - C   050 - C   064 - E   078 - D
009 - B   023 - D   037 - B   051 - D   065 - D   079 - A
010 - E   024 - B   038 - A   052 - E   066 - B   080 - E
011 - D   025 - D   039 - B   053 - B   067 - A
012 - E   026 - E   040 - C   054 - A   068 - E
013 - A   027 - A   041 - C   055 - D   069 - D
014 - B   028 - C   042 - E   056 - B   070 - A


Fonte: Diário Oficial de 07/12/2010

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